| |
|
Micro e pequenas indústrias temem falta de crédito
Os micro e pequenos empresários da indústria manifestaram no 3º Congresso da Micro e Pequena Indústria preocupação com a possibilidade de a crise financeira provocar uma diminuição das linhas de crédito no Brasil.
|
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
|
Enviar Link
Comentar
RSS
|
 |
 |
|
|
|
|
08/10/2008 - Agência Brasil
As micro e pequenas empresas, em geral, são responsáveis pela geração de 60% de emprego, têm 20% de participação na formação do Produto Interno Bruto (PIB) e somam 98% do total de companhias existentes no país, segundo dados do Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).
O presidente do órgão, Fábio Meirelles, defendeu a necessidade do fortalecimento do setor. “Não é possível adotar uma posição contrária ao do desenvolvimento que temos mantido nos últimos anos, o que nos permitiu um salto de crescimento no Brasil”, salientou.
O diretor do Departamento da Micro e Pequena Indústria da Fiesp, Milton Bógus, dsse que vem acompanhando os desdobramentos da crise financeira com preocupação.
Ele destacou que um dos fatores que chama a atenção é o impacto sobre o câmbio, que em 06 de outubro chegou a atingir uma valorização de mais de 7% sobre o real, cotado no fechamento dos negócios a R$ 2,20.
Esse aumento, segundo ele, tem sido provocado pela fuga de muitos investidores para a moeda norte-americana como forma de uma proteção contra as oscilações de queda do mercado acionário.
Bógus acredita que para o setor das micro e pequenas empresas a valorização cambial poderá até ser benéfica, já que pode segurar a concorrência com os produtos importados. Ele disse, porém, que “uma cotação sob equilíbrio” é o ideal para o setor, levando em consideração que em algumas atividades das micro e pequenas também há a dependência de insumos comprados no exterior.
O empresário Carlos Bittencourt, da Triátlon, que atua na oferta de serviços de qualidade de vida às empresas e no fornecimento de materiais esportivos, disse que em seus negócios já há sinais que configuram um receio na tomada de decisões pelos clientes, na maioria grandes empresas.
“O momento é de expectativa porque não sabemos até que ponto essa crise vai impactar nossos negócios”, disse.
Segundo o empresário, por conta das incertezas, seis grandes clientes adiaram a assinatura de contratos na prestação de serviços, sendo dois americanos, um francês, um alemão e dois japoneses.
|
|
|
 |
 |
 |
Mais de hoje:
30/07/2010 - A importância do regulamento interno de trabalho 30/07/2010 - A importância do profissional de design gráfico para as empr... 30/07/2010 - Shopping das Franquias aposta em novo modelo ecológico e fle... 30/07/2010 - Para ter sucesso no mundo das franquias 30/07/2010 - Emprego: proibido para maiores e para menores
GUIA LOCAL - Anuncie Grátis
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
INCorporativa,
Revista INCorporativa, Revista Corporativa são Marcas Registradas - 2007-2010.
O
uso indevido ou não autorizado da marca INCorporativa é passível
de ação judicial.
Reprodução
de conteúdo permitida com link para a fonte.
Artigos
refletem única e exclusivamente a opinião de seus autores.
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas
das fontes mencionadas, sendo, portanto, de responsabilidade exclusiva da fonte
ou do autor, não cabendo à INC Comunicação ou à
Revista INCorporativa responsabilidade por citações, teor, exatidão
ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado. Indicação
de publicações são apenas para divulgação,
não sendo avaliados por este veículo de comunicação.
Desenvolvido
por INCorporativa Comunicação
|