Negócios  
.. Acesso Móvel
Página Inicial
Busca
Notícias em seu site
Newsletter
Anuncie
Fale Conosco
Sugestão de Pauta
.
.
.
.Blog do Editor
-Especialistas
.Comércio Exterior
.Consultoria
.Franquias
.Gestão de Pessoas
.Recursos Humanos
.Redes Sociais
-Notícias e Artigos
.Administração
.Artigos Diversos
.Cursos/Treinamentos
.Eventos
.Entrevistas
.Especiais
.Finanças / Economia
.Franquias
.Legislação
.Micro, Peq e Médias
.Negócios & Oportunid.
.Pesquisas/Indicadores
.Política Geral
.Política / Negócios
.Publicações
.Recursos Humanos
.Relações de Consumo
.Saúde
.Sustentabilidade
.Tecnologia
.Variedades
.Vídeos
-Newsletter
.Descadastro
-Serviços
.Busca Interna
.Downloads e Links
.Mapa do Site
.Notícias em seu site
.Sugestão de Pauta
.Utilidade Pública
-Institucional
.Anuncie
.Editoriais
.Fale Conosco
.Parcerias
.Quem Somos
 
 
Página de Leitura

Menos jornalismo, mais informação

Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista

Enviar por email  Imprimir  Comentar  RSS

25/08/2009 - Daniel Agrela e Mariane Pinho

Embora muita gente não aceite, o jornalismo - tal qual conhecemos - está morrendo. De fato, para quem sempre viveu a adrenalina de um fechamento de jornal fica difícil acreditar que a figura romântica do repórter, o nobre intermediário da notícia, esteja próxima do fim. Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista. As pessoas não precisam mais de alguém para selecionar suas notícias.

Negar essa realidade é sempre a primeira reação. É natural. Mas não há como refutar que o crescimento do meio online e a importância exercida atualmente pelas redes sociais trouxeram mais agilidade às informações e, é claro, atingiram em cheio as empresas de mídia, especialmente jornais e revistas. Nem mesmo os cortes de pessoal, intensificados ao longo da última década para amenizar essa inevitável crise, possibilitaram a recuperação dos veículos impressos, que perdem leitores a cada dia.

Para fugir dessa tendência e abocanhar novos assinantes, os maiores impressos de São Paulo prepararam recentemente uma série de propagandas no horário nobre da TV. A Folha convocou os principais jornalistas da casa para participar de sua propaganda. Já o Estadão faz a seguinte pergunta: "quanto vale o seu conhecimento?", dando ao leitor a opção de pagar o quanto quiser pela assinatura no primeiro mês. Ambos os periódicos tentam valorizar seus produtos, oferecendo conteúdo exclusivo, analítico e mais aprofundado.

Na verdade, os jornais sempre sofreram com a falta de instantaneidade das informações, prerrogativa do rádio, da TV e, mais recentemente, da internet - que vem tomando o espaço não só da mídia impressa, mas de todos os meios de comunicação tradicionais.

Enquanto os jornais investem em matérias analíticas, as revistas nas investigativas e a televisão no poder da imagem, a internet faz de tudo: podcast, vídeo e texto informativo e reflexivo. Ela cresce 21% ao ano, enquanto a taxa de crescimento dos outros meios se estabiliza ou cai. Cada vez mais, a Web se consolida como o centro do conhecimento descentralizado, um espaço da conversa multidirecional em que todos falam de tudo.

Talvez por isso a figura do jornalista como intermediário entre a informação e o público esteja em declínio. A força exercida pelas redes sociais como blogs, Orkut, LinkedIn, Facebook e Twitter já pôde ser percebida em diversos acontecimentos, como os relatos enviados por cidadãos iranianos no auge dos últimos conflitos, em um país com sérias restrições à cobertura jornalística tradicional. Isso prova que para uma notícia vir à tona não é preciso que haja um jornalista in loco para relatar os fatos. Eles podem vir diretamente da fonte, por meio de um blog, por exemplo.

O fato é que o jornalismo passa por um momento de transição, em que os veículos tentam se adequar à nova realidade digital. A internet caminha para abranger todas as áreas das nossas vidas e isso inclui a forma com que informamos e somos informados. É por isso que o futuro do jornalismo está na conversa. A notícia não estará mais nas mãos apenas dos jornalistas: ela está nas redes sociais, onde todos podem informar e debater. Quem estiver fora dessa discussão, também vai morrer. Precisamos nos adaptar.

* Daniel Agrela e Mariane Pinho são jornalistas e atuam como PR Digital na Cia da Informação.
www.ciadainformacao.com.br


Enviar por email  Imprimir  RSS

Mais notícias:
  09/02/2010 - Como gerenciar mudanças e antecipar o inevitável
  09/02/2010 - Governos do Rio e SP oneram microempresas
  09/02/2010 - Empresários mobilizam-se contra metodologia do SAT/RAT...
  09/02/2010 - D-Link lança gateway voip para pequenas empresas
  09/02/2010 - Condomínios sustentáveis podem gerar lucro
 Ver Comentários  (0)
 Escrever comentário

 

INCorporativa, Revista INCorporativa, Revista Corporativa são Marcas Registradas - 2007-2010.
O uso indevido ou não autorizado da marca INCorporativa é passível de ação judicial.
.
Reprodução de conteúdo permitida com link para a fonte.

FALE CONOSCO - EXPEDIENTE - PARCERIAS - ANUNCIE - SUGESTÃO DE PAUTA - PRIVACIDADE E TERMOS DE USO


Desenvolvido por INCorporativa Comunicação

Artigos refletem única e exclusivamente a opinião de seus autores.
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas das fontes mencionadas, sendo, portanto, de responsabilidade exclusiva da fonte ou do autor, não cabendo à INC Comunicação ou à Revista INCorporativa responsabilidade por citações, teor, exatidão ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado. Indicação de publicações são apenas para divulgação, não sendo avaliados por este veículo de comunicação.