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Educação Corporativa em Xeque

Como promover resultados concretos em ações de educação corporativa?

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17/08/2015 - Allan Alves*

Foi-se o tempo em que as empresas queiram somente oferecer cursos e treinamentos para suas equipes. Buscando sair do meio comum e sua competitividade no mercado, as empresas estão promovendo ações de educação corporativa a fim de promover resultados para os negócios.

De que forma as estratégias de desenvolvimento humano podem não atingir os resultados esperados?

O grande erro das empresas e não saber diferenciar TREINAMENTO e EDUCAÇÃO. Educação é um termo amplo, educar é muito mais que treinar, engloba a formação de competências do individuo desenvolvendo suas faculdades intelectuais, físicas e morais. Faz parte da educação inclusive ensinar o individuo a “como aprender”. Treinar é uma ferramenta da educação, geralmente oferece um conhecimento isolado em um curto espaço de tempo.

É condição essencial que os gestores desenvolvam e ampliem suas estratégias educacionais dentro das empresas, adotando uma visão sistêmica e que possa atingir todos os públicos que se relacionam, ou seja, seus stakeholders. Desta forma a educação corporativa deve ser encarada como uma função de negócio, e não apenas de gestão de pessoas, deve-se desenvolver um programa de capacitação continuada em diversas mãos, envolvendo os gestores da empresa e os profissionais da educação.

Diversas pesquisas mostram que cerca de 70% dos profissionais de grandes empresas acreditam que o conhecimento mais importante é adquirido no dia a dia por meios informais, enquanto os 30% restantes acreditam que o conhecimento deve vir de maneira formal. A grande questão é: o que fazer para que as novas gerações X, Y e Z acostumadas com informações simultâneas, colaborativas e sociais, que estão sempre conectadas – aprendam a partir destas metodologias antigas?

De uns anos pra cá, um sopro de inovação parece ter atingido a educação corporativa das principais empresas brasileiras. Surgiram termos como social learning, informal learning, blended learning, mobile learning e etc. Esses são termos e conceitos essenciais para uma nova educação colaborativa, móvel, informal e conjunta com a educação tradicional da sala de aula.

Infelizmente ainda temos empresas com receio de usar as mais novas tecnologias em prol de uma educação mais flexível, o que é um equívoco grave das organizações.
As vantagens são inúmeras: acesso fácil, rápido e de qualquer lugar, conteúdo interativo e participativo, maior assimilação e interesse do aluno. A flexibilidade de horários e a redução de custos também contribuem significativamente para que a educação corporativa seja um dos grandes caminhos para o desenvolvimento de pessoas.
A aprendizagem corporativa precisa ser orientada para resultados, caso contrário, o processo educacional dentro das organizações tem o seu sentido esvaziado. A educação corporativa não deve estar centrada exclusivamente na qualificação do profissional, mas também no alcance de vários objetivos específicos.

Como medir os resultados do programa de educação corporativa?

Numa pesquisa realizada com 272 organizações de diversos segmentos, constatou-se que:

41,9% avaliam apenas o primeiro nível: a reação dos participantes;
26,7% avaliam também o segundo nível: o aprendizado;
10,4% avaliam ainda a aplicação dos conhecimentos;
6% chegam a avaliar o impacto dos treinamentos;
15% dos entrevistados não usam nenhum método de avaliação.

Alguns passos:

1) Definir de forma clara quais são os indicadores que você deseja melhorar e/ou desenvolver, como por exemplo: números de reclamações do público interno ou externo, índices de rotatividade de pessoal, quantidade de falhas e conflitos, crescimento das vendas, qualidade do atendimento, redução de custos, diminuição de acidentes de trabalho, aumento da produção ou do lucro, manutenção da estrutura e etc;
2) É necessário documentar os resultados, de forma que as ações possam ser mensuradas;
3) Faça comparações com os mais diversos indicadores (antes e depois);
4) A reação dos participantes não é garantia de sucesso do programa. Lembre-se que os programas não possuem a finalidade de entreter, mas de potencializar as habilidades, gerar mudanças expressivas nas empresas e resultados para os negócios;
5) Para uma efetiva mensuração dos resultados, a avaliação de um programa de educação corporativa deve obrigatoriamente envolver antes os quatro aspectos fundamentais: reação, aprendizado, comportamento e resultados.

E como planejar estes resultados?

1) Que necessidades dos negócios serão alcançadas?
2) O que os participantes vão realizar melhor e diferente?
3) O que ou quem poderá confirmar estas mudanças?
4) Quais são os critérios específicos de sucesso?

Num mercado corporativo cada vez mais competitivo, adotar uma educação corporativa pode significar estar um passo à frente da concorrência e obter taxas de retenção superiores.

Os benefícios deste processo gera clareza das expectativas organizacionais facilitando o posicionamento profissional, sentimento de fazer parte da jornada para alavancagem do negócio, atualização permanente e oportunidade de crescimento profissional, comprometimento com o autodesenvolvimento, empregabilidade e maior prontidão.

Pense nisso e sucesso sempre!

Allan Rodrigues Alves é Diretor Presidente da RHSG Gestão de Pessoas e Soluções – Educação Corporativa e Desenvolvimento Humano, Head Trainer, Treinador Comportamental, Coach, Consultor, Palestrante e Facilitador. Coautor dos livros O PODER DO COACHING pela Editora IBC, TREINAMENTOS COMPORTAMENTAIS, CONSULTORIA EMPRESARIAL, A ARTE DA GUERRA – DESPERTE O “SUN TZU” QUE ESTÁ DENTRO DE VOCÊ, todos pela Editora Ser Mais. Especialista em Recursos Humanos, atua no Desenvolvimento Humano, Treinamentos Corporativos, Liderança e Consultoria em RH.

allan@rhsg.com.br | www.rhsg.com.br|0800 773 6026 (4654)

 



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